quinta-feira, 25 de março de 2010

PROBLEMA: TIM NÃO ESTÁ EFETUANDO LIGAÇÃO PARA 193‏

Há 15 dias a operadora TIM não está realizando ligação para o 193


A Assessoria de comunicação do Ciodes 190 informa à população que desde o dia 11 deste mês os telefones da operadora TIM, não estão realizando ligações para o disque emergência 193 que é vinculado ao 190.
O CPD, setor responsável por toda a parte tecnológica do Ciodes entrou em contato com a operadora TIM e no dia 20 (oito dias depois) recebeu uma ligação do setor técnico da operadora informando que a situação já estava regularizada. Depois de encerrada a ligação, o chefe do CPD fez um teste e ligou de um celular da TIM para o 193 e constatou que ainda não está funcionando ao ouvir a mensagem: “Este telefone não esta recebendo chamada”.
A assessoria de comunicação entrou novamente em contato com a operadora TIM e explicou novamente a situação para a atendente Natália, a qual disse que não há nenhum registro de deficiência nesta operadora.
“Infelizmente não sabemos quando esta situação vai voltar ao normal, portanto, pedimos às pessoas que caso precisem ligar para o 193, que efetue a ligação de outra operadora, telefone fixo, telefone público, ou então ligue direto para o 190 de qualquer operadora”.

Assessora de Comunicação
Crisler Samara
8133 7380

sexta-feira, 5 de março de 2010

Incêndio destrói loja na feira do Jardim Felicidade

http://www.diariodoamapa.com.br/policia.htm


Um incêndio ocorrido na madrugada de ontem, 4, destruiu o boxe 4 da feira municipal do bairro Jardim Felicidade onde estava instalada uma loja de va-riedades como confecções e sapatos. Segundo testemunhas o sinistro teve início por volta de 2h. As chamas se alastraram rapidamente em função do material inflamável que estava dentro da loja. Populares ainda tentaram debelar o fogo utilizando baldes d'agua, mas a força das chamas consumiu a parte interna do empreendimento rapidamente.
Michele Fernandes, dona da loja, questionou que houve demora no atendimento do Corpo de Bombeiros Militar, cuja companhia da zona norte funciona no bairro São Lázaro. Segundo ela o socorro só chegou ao local do incêndio depois de quarenta minutos. Por outro lado, a assessoria de imprensa do Centro Integrado de Operações em Defesa Social (Ciodes) informou ontem à tarde que o boletim de ocorrências mostra que a chamada originada com o pedido de socorro foi feito às 2h41. As 2h48 o veículo de combate a incêndio já estava no local.
A assessoria nega que tenha havido demora no atendimento e se baseia no documento oficial do órgão. Peritos do Corpo de Bombeiros estiveram ontem pela manhã no local si-nistrado fazendo o levantamento de informações e a coleta de material que possam identificar as causas que originaram o fogo. Segundo um dos peritos, a causa mas provável pode ter sido um curto-circuito na fiação elétrica. A rede que serve os boxes está comprometida pelo tempo. "gambiarras" como são chamadas as instalações feitas de forma clandestina, podem ser vistas por todos os boxes daquela feira. Outros estabelecimentos podem passar pelo mesmo caos, caso não haja uma intervenção rápida dos órgãos responsáveis pela administração da feira do Jardim Felicidade. O prejuízo da comerciante, segundo ela própria, chega a mais de R$ 60 mil.

Família é feita refém por quatro horas em assalto

http://www.diariodoamapa.com.br/policia.htm


Quatro pessoas foram feitas reféns por cerca de quatro horas no bairro do Congós durante assalto ocorrido a uma residência localizada na avenida Violeta Mont’Alverne - conjunto Laurindo Banha. De acordo com Salgado Neto (uma das vítimas), ele estava assistindo televisão por volta das 23h de quarta-feira quando sua mãe chegou da universidade. A porta ficou aberta e atrás dois elementos fortemente armados entraram anunciando assalto. Além do rapaz e sua mãe ainda estavam na casa uma tia e seu sobrinho de dez anos de idade.
Os assaltantes torturaram a família, sendo que Neto e sua tia foram espancados pelos bandidos. “Eles perguntavam o tempo todo por dinheiro e jóias. Ai passaram a bater em mim e na minha tia. Depois fomos amarrados e trancados no quarto da minha mãe. Foi um inferno”, disse o rapaz ontem pela manhã na Seccional de Flagrantes do Congós.
Os bandidos permaneceram na casa até por volta das 3h da madrugada de ontem. Eles diziam aos reféns que estavam esperando um carro que faria o transporte da mercadoria roubada. Após perceberem que os bandidos deixaram o local as vítimas conseguiram se libertar da casa. Como a porta do quarto foi fechada pelo lado de fora, eles começaram a gritar. Um garoto da casa vizinha ouviu os gritos e ligou para a polícia. Segundo ele próprio, os policiais pensaram que se tratava de um trote. Os gritos de pedido de socorro conti-nuaram até que um homem que passava pela rua ouviu o pedido e foi até à casa que estava com a porta aberta. Ele entrou no imóvel e destrancou a porta que havia sido trancada pelo lado de fora.
Ontem pela manhã as vítimas foram até à Seccional de Flagrantes registrar a ocorrência de assalto. As características repassadas por Salgado Neto mostram que os criminosos que agiram de cara limpa são jovens. A polícia acredita que eles residam naquela área mesmo e que possivelmente morem em área de ressaca.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Vigilância Sanitária municipal interdita farmácias irregulares

FUNCIONAMENTO CLANDESTINO

Por Crisler Samara

Dentre muitas irregularidades, farmácias atendiam a população da zona sul à zona norte de Macapá sem responsável técnico, sem licenciamento da Anvisa e da Vigilância Sanitária local.
Durante essa semana, dias dois e três, com apoio da Guarda Municipal, houve fiscalização da Vigilância Sanitária do Município, que interditou quatro estabelecimentos farmacêuticos solicitado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Até o fechamento dessa edição, a diretora da Vigilância Sanitária municipal, Naíma Picanço não soube informar se mais alguma farmácia foi interditada ontem (3).
As irregularidades são comprovadas por vistoria do CFF e pela Vigilância Sanitária. A diretora explica que essa turnê de fiscalização foi mediante a lei 5991/73, o Código de Vigilância Sanitária e não seguiu a RDC 44, que é a nova resolução que dispõe de Boas Práticas Farmacêuticas. “Não levamos em consideração a RDC 44, porque as Associações Nacionais Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias) e ABCFarma (Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico), têm uma liminar favorável que as deixam imune quanto algumas normas da RDC, no entanto, essa imunidade só vale para os estabelecimentos que estavam filiados à essas associações antes da nova resolução”.
De acordo com a Anvisa, toda farmácia deve ter um farmacêutico, que é o responsável técnico com registro no CRF. “As anormalidades desses estabelecimentos representam uma infração grave à população”, o que assusta, segundo a diretora da Vigilância Sanitária, é o acesso que os donos desses estabelecimentos tinham para comprar remédios sem licença de funcionamento da Anvisa e da Vigilância local.
Os estabelecimentos interditados por tempo indeterminado foram: Confiança Farma, localizada em Fazendinha; BioFarma (Brasil Novo); Farmácia União (Pacoval); Farmácia Genérico, (Congós).
A Vigilância Sanitária adverte que a fiscalização é contínua, a única solução para os donos é regularizar as farmácias para que funcionem de acordo com a lei. “Não posso precisar quando voltarão a funcionar, além do que, mesmo que estejam providenciando a documentação, não é tão rápido assim, o processo tem que ser deferido”.
A solicitação do Conselho Federal de Farmácia (CFF) pedia interdição de Sete estabelecimentos, mas quando a fiscalização da Vigilância foi executada, duas farmácias já estavam regularizadas, e das quatro fechadas na terça (2), uma estava fechada e as outras três estão sendo interditadas pela segunda vez.

Documentos necessários para licença de funcionamento de Drogarias
• CNPJ
• Inscrição Estadual
• Alvará do Corpo de Bombeiro
• Taxa da Anvisa (municipal)
• Taxa da Anvisa (federal)
• RG e CPF do responsável legal
• RG e CPF do responsável técnico
• Manual de normas e procedimentos
• Certificado do Conselho de Farmácia
• Contrato de trabalho do farmacêutico
• Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde- PGRSS
• Contrato com a empresa responsável pelos RSS – caso aplique injetável
• Carteira do COREN, de saúde e o Cartão de Vacinação do Técnico ou Auxiliar em Enfermagem;
• Caso comercialize controlado (cópia);
• Certificado digital do SNGPC